numa filipeta amassada
Botei a mão no bolso da calça que já estava a caminho da máquina de lavar Achei uma filipeta amassada que tinha um nome e um celular Era você naquele café Eis que surgiu, me recordei Havíamos mudado nosso rumo, e não era prá ser naquela hora Tomei outro prumo na virada e não voltei mais a olhar para aquele lugar Onde a filipeta amassada fez sua história Quase virou ficção, mas não Virou não Achei que que havia deixado no chão daquele café, mas não Achei, me recordei E aquele nome voltou a me ver Tirei do bolso e desamassei o pretérito imperfeito E aquele nome voltou a me ver
Escrito por Barbarella e a vida é bela às 20h06
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