Amor Meu
sou um vaso sem planta, caminho sem rumo pedra jogada ao léu...corpo sem eira nem beira cansaço sou só pó coração apertado sou lágrimas e soluços vento forte avassalador, destelhando casas e fazendo voar os bichos e tudo o que há sou devaneio puro sou nociva, peçonhenta sou bixodomatocommeeeeeeedo sou caracol que foge da casinha e fica no frio, ao relento.... sou perdida, uma doidivana é que já não vivo sem você, amor meu. O óleozinho que faz as roldanas girarem. A rebimboca da parafuseta que falta para o ótimo funcionamento dessa máquina avariada que sou eu. Alegria da minha vida. Me faz sorrir ao acordar....sabe lá o que é isso? Não és a razão. És o contrário, paixão.
Escrito por Barbarella e a vida é bela às 15h24
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